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A Polícia Civil do Maranhão identificou e prendeu a mulher de 40 anos que abandonou nessa terça-feira (18) o corpo de um bebê dentro de um saco plástico entre as ruas Tiúba e Perimetral, em Timon, no Maranhão, cidade vizinha a Teresina. Segundo o delegado regional de Timon, Humaitan Oliveira, a mulher teria dito que a gravidez foi indesejada e que "não era o momento" de ser mãe novamente.

Ela já tem três filhos.

O delegado contou ao G1 que a mulher mora poucos metros distante do local onde o corpo do bebê foi encontrado por um gari, na manhã dessa terça-feira (18). Ela inicialmente chegou a negar que tivesse dado à luz recentemente.

"Nós já tínhamos algumas informações após investigarmos e conforme fomos questionando ela não teve como negar. De início ela disse apenas que tinha procurado o hospital para fazer tratamento de um mioma, mas lá descobrimos outra história. O Instituto Médico Legal (IML) também constatou que ela havia passado por um parto recentemente", informou.

Após o parto, no hospital Alarico Pacheco a equipe médica atendeu a mulher que afirmou ter sofrido um aborto espontâneo. Contudo, os profissionais desconfiaram devido a contradições no relato da paciente e, pressionada, ela fugiu do hospital.

Depois de mudar a versão, o delegado disse que a mulher contou ter dado à luz em casa, por meio de parto natural, na última sexta-feira (14) a um bebê do sexo masculino aos nove meses de gestação. Ela então teria enrolado o bebê em uma toalha e deixado escondido no banheiro até ontem.

G1 Ma
Na tarde da última quinta-feira (20), o aposentado Benedito de Oliveira, de 61 anos, invadiu a casa da ex-mulher Ângela Maria Cardoso da Silva de Oliveira, de 49, e a matou com dois tiros, se matando em seguida com a mesma arma, em São Roque, interior de São Paulo.
Em uma carta escrita à mão, encontrada no local, o homem pede desculpas aos filhos pelo ato e também que paguem suas contas. “Aqui tudo se acaba. Pague minha fatura e dê baixa no cartão, se não vira uma bola de neve. Perde a casa, pois está no meu nome”, escreveu o homicida.
Os corpos foram encontrados pela Polícia Militar na casa do casal no bairro de Guaçu depois que vizinhos ouviram uma discussão seguida de tiros. Segundo testemunhas, após o primeiro disparo, a mulher gritou por socorro.
Uma filha que estava em um imóvel dos fundos teria presenciado o crime e correu para a rua, pedindo ajuda. Benedito e Ângela ficaram casados durante 28 anos e estavam em processo de separação.
Um homem, identificado como Francisco Ivaldo Gomes dos Santos, 43 anos, morreu após ser esfaqueado na Vila Cafeteria, em Paço do Lumiar.
Segundo informações policiais, uma missionária de uma igreja evangélica estava trafegando em seu carro pela avenida Principal da Vila Cafeteria, quando viu que havia um homem ferido no chão e pessoas pedindo para socorrê-lo. A mulher colocou a vítima dentro do carro e o levou para a Unidade Mista do Maiobão.
Chagando ao local, a equipe médica foi chamada para atender Francisco Ivaldo que estava dentro do veículo, mas foi constatado que o homem já estava morto. A polícia foi acionada para investigar o caso e tomar as devidas providências.
Manoel dos Reis Januário da Silva, de 38 anos, que foi vítima num grave acidente de trânsito, na manhã desta sexta-feira (21), era morador da cidade de Montes Altos. O homem era casado e pai de três filhos, a esposa está grávida.
Manoel dos Reis Januário, trabalhava como técnico de segurança do trabalho e estava indo estava indo para cidade de Vila Nova dos Martírios. A morte trágica do homem, chocou os moradores de Montes Altos.

O acidente
Por volta de 5h30 da manhã desta sexta-feira (21), uma caminhonete Ranger fez uma ultrapassagem indevida, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), e colidiu frontalmente com uma picape Strada no quilômetro 290 da BR-010, próximo ao povoado conhecido como Mil e Setecentos, entre Imperatriz e Açailândia.
De acordo com PRF, havia muita neblina na rodovia no momento e isso pode ter contribuído para o acidente. Manoel dos Reis Januário conduzia a estrada e morreu no local. Ele ficou preso nas ferragens, sendo retirado posteriormente por uma equipe do Corpo de Bombeiros. O Samu também esteve no local e prestou atendimento ao motorista da Ranger que está em estado grave.
O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF) denunciou Antônio Aragão, presidente do Instituto de Desenvolvimento e Apoio à Cidadania (Idac) e do Partido Social Democrata Cristão (PSDC), Bruno Balby Monteiro e Mauro Serra Santos, diretores responsáveis pela gestão financeira do Instituto, por apropriação e desvio de mais de R$ 18 milhões em recursos públicos destinados à saúde, além de ocultação e dissimulação da origem do dinheiro desviado.
Valterleno Silva Reis, Paulo Rogério Almeida Mendes e Leila Miranda da Silva também estão entre os denunciados por terem participado ativamente do esquema. De acordo com a denúncia, parte dos recursos desviados foi direcionada para pessoas vinculadas ao PSDC, incluindo vereadores e o próprio partido.
Desde janeiro de 2014 até o momento, o Idac, organização social sem fins lucrativos, vem celebrando contratos vultuosos de gestão com o Estado do Maranhão para administrar unidades hospitalares a partir do repasse de recursos públicos – compostos, em grande parte, por verbas federais.
De acordo com a denúncia, a atual gestão do Idac recebeu mais de R$ 242 milhões por meio desses contratos e parte desse valor foi desviada pela entidade, que é legalmente impedida de utilizar a atividade decorrente dos referidos contratos para obtenção de lucro.
De acordo com o MPF, Valterleno Reis, Paulo Rogério Mendes e Leila Miranda, a mando dos representantes do Idac, realizaram saques em espécie dos valores a serem repassados aos destinatários finais do desvio.
Além disso, os denunciados praticaram atos de lavagem de dinheiro por meio da fragmentação de grandes quantias em valores menores para não chamar a atenção dos órgãos de fiscalização. Com a mesma finalidade, utilizaram empresas de fachada, que emitiam notas frias para justificar os gastos do instituto.
Na denúncia, o MPF pede que Antônio Aragão, Bruno Balby Monteiro, Mauro Serra Santos, Valterleno Silva Reis, Paulo Rogério Almeida Mendes e Leila Miranda da Silva sejam condenados pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Atualmente, os denunciados estão em liberdade.
Fonte: 
O Estado